No intervalo da escuridão, há o marrom alaranjado das luzes noturnas,
As mesmas que sempre invadem pelas frestas e distorcem as formas.
No intervalo das letras, há o azul marinho enferrujado do sono,
O mesmo que persegue as estrofes e se apodera das rimas.
E assim se compõe o refrão que embala toda madrugada,
Num iluminado leito de inconsciente lirismo.
Igor Oliveira
As mesmas que sempre invadem pelas frestas e distorcem as formas.
No intervalo das letras, há o azul marinho enferrujado do sono,
O mesmo que persegue as estrofes e se apodera das rimas.
E assim se compõe o refrão que embala toda madrugada,
Num iluminado leito de inconsciente lirismo.
Igor Oliveira

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